A história que vem sendo contado no texto biblico, nos diz que Labão ao ter se tornado o sogro de Jacó feito com ele um novo acordo de trabalho por sua própria casa, foi impedido do rebanho a ser pastoreado por Jacó ter que ficar separado dos demais rebanhos dos seus filhos pastores, por um espaço de terra por "três dias" de distâncias, o que assim impediria de uma possibilidade da cópula entre os rebanhos a se misturarem numa reprodução do colorido estipulado como pagamento por cabeças dos novos nascimentos, pelo que assim procedeu injustamente o seu sogro Labao pela incredulidade no Deus de seu genro Jacó, de ser capaz de proporcionar tais reposições genéticas, por assim ter feito as retiradas dos machos reprodutores nas ovelhas de darem as suas crias coloridas, provocando a fé de Jacó com o real impedimento que seria o natural para as crias futuras de nascerem com os coloridos do seu pagamento ajustado, ao ter feito o "entrave genético" das gestações "multicoloridos" dos rebanhos de Jacó, conforme o estabelecido no seu concerto dos pagamentos, conforme assim vinha acontecendo anteriormente nos rebanhos de Labão que prosperava grandemente nas reproduções dos nascimentos das inumeráveis crias genéticas coloridas de seus rebanhos.
A incredulidade que brotara no coração de Labão no impossível de ser reproduzido os coloridos nos rebanhos pastoreado por Jacó era desconhecido por Labão sobre o poder de Deus no poder fazer a existência destas "muitas coisas" acontecer nos rebanhos de Jacó, pelo fato de que era uma "linha muito tênue", quase que imperceptível aos olhos naturais do entendimento humano quanto ao sobrenatural de Deus poder vir fazer acontecer as novas crias coloridas, por ser um desconhecedor das promessas de que "para Deus nada é impossível."(Lucas 1.37)
Assim foi o mostrado pelo patriarca Jacó do sobrenatural de Deus na constatação da história patriarcal messiânica sendo representado pelos "tipos e as figuras" que foram utilizados para orientação dados pelo Espirito de Cristo", prenunciando que no sacrifício vicário do "Filho do Homem", o messias prometido a Israel viria acontecer segundo os planos da salvação de Deus oferecido para o homem pecador, a partir do chamado do patriarca Abraão e, em Isaque a promessa da sua descendência dado para Jacó com as doze tribos e, na escolha da tribo de Judá seria a vinda nas suas descendencias que se cumpriria a Promessa messiânica, a que aceitassem pelas diversas utilizações as maneiras aplicadas profeticamente que apontavam para cruz do calvário, nos fatos históricos expostos na dispensação do Velho Testamento.
Foi pela providência divina que Jacó descascava as "varas verdes" na aplicação de seu cotidiano do "lenho verde", como assim também tenha se utilizado o patriarca Noé na construcao da "Arca" que era visto pelos homens pecadores impenitentes, tendo na sua aplicação prática para salvacao de Deus oferecido aos seus familiares e aos animais que com ele embarcaram a salvo do dilúvio; o que veio sendo apresentado no exemplo das "varas verdes de Jacó ", no que era visto quando ali eram colocadas na frente dos
olhos dos rebanhos sedentos aquela provisão que atendia satisfatoriamente como um "Investimento Seguro" que possibilitava a "Benção" da salvação do seu rebanho vindo a prosperar exponencialmente.
Como assim diz na profecia sobre as vitórias em Deus:
"Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis." (2 Crônicas 20. 20)
Desta maneira foi que o patriarca Jacó crendo no Senhor recebeu o crescimento dos inúmeros rebanhos de seu pastoreio, tendo ele enriquecido pela prosperidade da sua pecuária com as reproduções diárias dos rebanhos multicoloridos com suas crias saudáveis no campo, por haver Jacó investido na pratica do espiritual posto em ação pela Fé no sobrenatural de Deus que atuava pelo Espírito Santo transformador de vidas, nos renovos de Deus que como um sábio empresário pecuarista utilizou dos recursos do "lenho verde" tendo proporcionado as gestações seguras pela fé incorruptível proposta por Deus, o que lhe promoveu as multiplicações no colorido dos seus rebanhos gerando diariamente segundo as palavras proféticas de Deus.
Foi assim que procedeu Jacó agindo pela mesma FÉ vinda de seu avô Abraão e prosseguiu em seu pai Isaque crendo nas promessas de Deus, que temos os grandes exemplos proféticos pelas orientações do Espírito Santo, de como assim devamos também proceder como procederam os patriarcas e os profetas
nesta mesma Fé em que foram preservados pelos ensinamentos tirados da natureza, como do "lenho verde" foi indicado pelo "Espírito de Cristo" que produzia a "seiva milagrosa", em que temos como a exemplo da extração do látex pelo "seringueiro", tendo que "sangrar" o lenho da árvore cortando a sua casca em tiras para então fazer jorrar o líquido grosso da borracha, assim também foi como obteve Jacó os benefícios da "seiva das varas verdes" proporcionando às suas rezes pela ingestão do liquido aquoso tão precioso para produzir a prosperidade exponencial dos seus rebanhos em saudáveis multicoloridos.
" "uma foto exemplar de mata nativa da floresta."
Fica claro que foi no trabalho diário da extração das madeiras em varas recolhidas para o propósito de Deus ser feito da maneira como foi registrado, por ter Jacó procedido pela obediência aos comandos do "Espírito de Cristo", que por ele agia nos seus rebanhos para a reprodução das novas crias que diariamente nasciam.
Dentro de um meio ambiente hostil e conturbado pelas lutas diversas, de que são contrárias ao bom andamento das coisas que pela incredulidade de muitos vem causando os muitos problemas criados pelos homens que não estão acreditando nas palavras proféticas que foram transmitidas através do "madeiro verde", do que está sempre disponível nas "matas" do evangelho de Jesus Cristo, no que vem servindo pelos séculos como agente tipologico bíblico, quanto da sua utilização tanto na terapêutica medicinal para as curas das doenças genéticas que estão instaladas na carne pelo pecado adâmico, como também serve o homem do madeiro para atender também na fabricação das construções de suas moradias e, finalmente foi cortada para serviço direcional do homem na salvação de sua alma.
Há uma diversidade biológica de inumeráveis matas nativas, que por quase todo o mundo vem mantendo com os seus recursos naturais para o desfrute da criação de Deus, que pela botânica temos os exemplos práticos como foi tomado pelo Patriarca Jacó, ao ter se utilizado do "madeiro verde" na tipificação que lhe esteva disponível na floresta nativa daquela região antiga da Mesopotâmia.
Assim fez Jacó do uso do "madeiro verde" como um dever a ser cumprido numa programação diária da mensagem profética proclamando a salvação vinda de Deus, pelo agir natural do patriarca ao saciar a sede dos seus rebanhos se tornando reprodutivos diariamente, ao virem dessedentar nos bebedouros, conforme assim foi instruído pela palavra profética a ser cumprido, de que pelo nutriente da "seiva" do madeiro, como o recurso natural em abundância na mata ficava dissolvido no líquido aquoso a ser ingerido para diversificar no colorido de seu rebanho produtivo.
Feito na manipulação correta do uso da Palavra de Deus, temos entendido que na aplicação diária pelo ensino da Palavra de Deus vem o aprendizado que foi dado pelo patriarca Jacó ao povo de Israel na sua época, de que podemos obter pelos mesmos resultados a serem proporcionados pela mesma Fé da sabedoria de Deus, o que segundo as palavras proféticas indicavam para o messias prometido a Israel, Jesus Cristo, de cujo teor divino a mensagem profética é clara e evidente no seu feito em mistérios aguardados para os tempos futuros, quanto ao que ali estava sendo revelado no "flagelo do madeiro verde", o que na realidade aconteceria na cruz do calvário pelos sofrimentos do messias salvador que estava sendo anunciado o evangelho pregado pelo patriarca Jacó na dispensação do Velho Testamento.
Do que aconteceria através do "malho do lenho verde" na sua representatividade de um corpo físico "aberto em tiras" da sua carne, que ao sofrer as "pisaduras" pelos recortes feitos em tiras pendentes seria realizado as "curas genéticas" nos rebanhos do Sumo Pastor Jesus Cristo.
Assim vieram as mensagens proféticas trazendo durante todo o período do "Velho Testamento", nos tipos e nas figuras transmitidos pelos patriarcas da FÉ que atuava a seu tempo próprio pelas considerações da vida terrena, como tratasse de um período da "infância espiritual" do povo de Israel que vivia ainda sob a direção e o comando dos patriarcas os ensinando a crerem no sobrenatural de Deus pelo "Espirito de Cristo" atuando para salvação do povo de Israel.
Na "Plenitude dos Tempos" veio a "Revitalização" da Vida, em cumprimento da Promessa feito aos patriarcas da Fé, de que desde o início foram os chamados por Deus através do patriarca Abraão, quando ao ter saido da sua terra natal foi prontamente dirigido por Deus para se deslocar para uma terra desconhecida que "mana leite e mel", aonde estaria ele assegurado pela Prosperidade de Deus na multiplicação que viria através do "Descendente da Promessa", pôde receber sua "Benção pela Fé" transmido para todas as "Famílias da Terra".
No Novo Testamento encontramos que o apóstolo de Jesus Cristo chamado Pedro, confirmando a palavra profética sobre atuação do "Espírito de Cristo" que já se fazia presente no Velho Testamento:
"O Espírito de Cristo, que estava neles, indicava, anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir e a glória que se lhes havia de seguir."
(1 Pedro 1.11)
Foi este o ensino fundamental que ministrado pelo "Espírito de Cristo" conduzia os patriarcas da Fé no passado distante, como aos profetas que nas suas descendencias foram orientados com as mesmas palavras, tomaram as atitudes práticas do sobrenatural de Deus que entao os ensinavam adequadamente pelos meios naturais a serem utilizados no exemplo do "madeiro verde", de onde veio a escorrer a "seiva eterna preciosa"do preço pago pelo sangue de Jesus Cristo.
Nesta tipificação tirado do "lenho verde" de Jacó, foi que obteve os resultados positivos da revitalização de seu rebanho se tornando bastante reprodutivo pela "seiva" como sendo o elemento principal para reprodução vinda pela botânica lhe proporcionando o sucesso do empreendedor pecuarista.
Para que alcançemos a prosperidade conforme abundância do "lenho verde", temos que nos posicionarmos ais pés da cruz de Cristo e recebermos os salpicos, as manchas ou as listras do sangue de Jesus Cristo, conforme é o foco das mensagens proféticas vindo anunciando que a purificação dos pecados gera nossa salvação pelas aflições de Cristo tendo morrido no "lenho verde" da cruz do calvário, de que os os zombadores persistem por não aceitarem a palavra profética no seu significado do "lenho verde" que foi utilizado pelo patriarca Jacó, no que foi revelador da fé sobrenatural de Deus pregado no passado do povo de Israel.
Foi anunciado ao povo de Israel, que pelos sofrimentos do madeiro aconteceria na crucificação do "Messias Salvador Jesus Cristo", o que para muitas pessoas que se encontram "daltônicos" desta realidade espiritual d'Aquele que foi encarnado na esperança da promessa que pela fé em Deus é atuante, os tais prosseguem na sua ignorância de uma religiosidade da fé natural que é vã e vem sendo progagado pelas falsas doutrinas criadas pelos homens andando segundo avareza dos seus corações impenitentes, prosseguem enganando a muitos que pela ganancia dos bens materiais que são adquiridos pelas riquezas ilícitas, apoiados
nas crenças profanas de cunho humanista.
Agindo por não saberem discernir o significado real que teve na seiva que escorreu do "lenho verde", por assim não entenderem pelo lado
espiritual que está embutido nos ensinamentos proféticos dos patriarcas da fé, são vistos por usarem dos "artifícios do ilusionismo" para enganerem os incautos e os inocentes da fé, que continuam agindo pelo abuso desta boa fé das pessoas tementes a Deus, prosseguem estes pseudos religiosos buscando apenas alcançarem as suas próprias riquezas ilícitas.
Na história secular vem nos mostrando pelos exemplos doutrinários que a "magia" aceita na Grécia Antiga, foi então que difundiu rapidamente entre os povos do mundo este tipo de religiosidade pagã como um incentivador para as muitas "seitas heréticas" dos seguidores fanáticos religiosos que ignoram a verdade de Deus revelada nas Escrituras Sagradas, promovendo estes enganadores espertalhões da religiosidade que é natural nas pessoas tementes a Deus, o que buscam pelos seus "deuses" do mundo virem a cultuarem pela falta do conhecimento profético das Escrituras Sagradas, no acreditarem pelas divulgações das mídias que vão prometendo uma falsa "libertação" das misérias humanas, quando na verdade eles mesmos são os "prisioneiros das forças malignas" na operação do erro deste mundo, veem transformando as mentes dos muitos empobrecidos pelas misérias espirituais das maldições hereditárias vindas dos seus antepassados pagãos, que pelas tradições religiosas, de uma cultura que é dado pela idolatria aos "deuses" criados pelos homens, passam a se servirem das riquezas ilícitas como seu "deus mamom", por aqueles que se dizendo "sábios" segundo este mundo construído pelas ciências ocultas, assim continuam servindo com suas almas de "guias daltônicos espirituais" pela descendência carente da verdadeira "Salvação de Deus em Jesus Cristo".
"Um Druída, mago Celta"
Certo é que existe uma "tênue linha do fio escarlata" que veio refletindo a cor do sangue perdoador dos pecadores, que no tempo percortido desde as eras passadas conduzia para o "Sobrenatural de Deus", ao contrário do que veio aceito pelo "espírito enganador" que é o gerador da malignidade atuante no "mundo encantado das fantasias espirituais", pelos que buscam pelos enriquecimentos ilícitos das ofertas diabólicas promovidas pelo "ilusionismo" com as falsas mensagens das ciências ocultas, procuram se utilizar das "soluções mágicas" sendo preparadas por raciocínios filosóficos doutrinários, arrolando os seus seguidores em grandes massas levedadas por vans sutilezas do engano do pecado, vem estes "cabeças" agindo com suas trapaças manipuladoras das mentes não avisados pelo verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, enquanto que estas pessoas continuam como os "influenciadores" nas mídias sociais.
As "ciências ocultas" vem por isso conquistando "sorrateiramente" os seus adeptos pelo mundo afora, se utilizando das suas prerrogativas de uma liberdade de expressão que é chocante nos seus atos, pelo conhecimento humanista muitas das vezes extraído das "ervas" retiradas das matas e florestas nativas, no que vem alimentando as falsas doutrinas de esperanças a serem conquistas por uma falsa religiosidade que é mística, vem sendo praticado pela ignorância de muitos seguindo aos "falsos pastores profetas", de seus guias dirigentes espirituais estando frontalmente contradizentes com as Escrituras Sagradas.
São estes "guias daltonicos" que podem ser considerados os "descendentes dos sábios do Egito" quando nas suas gerações assim prosseguem enganando culturalmente aos que hoje vem trazendo pelos avanços da tecnologia, as "ciências ocultas" sendo desenvolvidas em laboratórios que aperfeiçoam das suas técnicas ilusórias o que vem sendo divulgado pela mídia concordando pela conivência dos lucros alferidos com as suas mentiras engenhosas da malignidade, tornando-se favoráveis pela ganância destas riquezas ilícitas o que buscam perpetuar no tempo, com as divulgações das suas mercadorias feitos em "bugigangas" no que vem servindo para acalentar os corações aflitos, pelas manipulações com as técnicas de suas "varas secas do ilusionismo" para enganar como fizeram os "magos do Egito diante de Faraó", que ao fazerem transformar as suas "varas secas" em "serpentes sinuosas da mentira", foram de pronto desmascarados pela "serpente verdadeira do lenho verde" de Moisés, que agiu rápido por tragar as "serpentes do ilusionismo", assim deixando esclaro que no ilusionismo das ciências ocultas dos magos, de nada valiam contra o Deus de Moisés.
Deus desta maneira anunciou profeticamente o que bem antes do dilúvio que viria acontecer com a destruição da Terra, para que Noé agisse pela "Graça da Fé ", no que recebeu toda orientação de procedimento construtivo na fabricação da "Arca", ao ter retirado das florestas nativas o "lenho do madeiro verde" que por meio dele alcançou a salvação de sua família e dos animais da terra, pelo que então procedera em obediência ao "Espírito de Cristo", conforme foi assim lhe foi dado as instruções, mostrando as devidas "medidas pelos sofrimentos" do madeiro na montagem profética sendo colocado em prática nas devidas repartições da "Arca" sendo construída da forma "encarneirada do lenho verde" sobrepostos os seus troncos sendo
calafetados por todo o madeiramento por um espesso "manto do betume" que lhe serviria da vedação por dentro e por fora protegendo-a em toda a sua extensão da construção da "Obra Salvadora de Deus".
Uma representacao da "Arca de Noé" sendo construída com o "madeiro verde".
Temos assim recebidos pelo conhecimento dos estudos da geologia, que o "betume" tem na sua formação química sua viscosidade vindo da origem dos organismos vivos, que nas suas grandes quantidades das massas existentes nos subsolos da terra puderam trazer para utilização dos homens as inúmeras utilidades do betume, que dentre elas serve até hoje para ser usado no "tratamento de proteção da madeira", dando-lhe o prolongamento da sua vida útil na terra.
Foi o que assim nos chamou atenção pelo seu uso especial na "Arca de Noé ", tendo nos "
organismos vivos na formação do betume, uma representação fiel da sua utilização por Noé na calefação de grande importância pela sua ação contra a penetracao das águas no interior da Arca, agiu como uma "marca seladora" inserido no lenho verde que ficou hermeticamente fechado em seu corpo betumado.
De como assim estaria ali sendo representado pelo "Sangue protetor" que impregnado no madeiro da "Arca" deu a total proteção pela sua longevidade da resistência às intempéries do tempo, fazendo-a flutuar seguramente por sobre as águas do Dilúvio.
Foram desta forma transportados todos os ocupantes da embarcação a salvos da grande catástrofe do dilúvio que abateu por sobre o mundo.
Pelo que desta maneira ficou confirmado que foi através do mineral expesso, o betume, que veio servindo para o revestimento seguro protetor do madeiramento da Arca de Noé, anunciando profeticamente de que por este elemento teve o fato profético da sua representação legítimo do "sangue eterno" como o revestimento do madeiro para Salvação que há em Jesus Cristo, o Autor e Consumador da FÉ:
"Conhecido com efeito antes da fundação do mundo." (1 Pedro 1.19,20)

"Gravura do XVI mostrando o extrativismo do betume em estado natural da rocha."
Atravessando as dispensações dos tempos passados, quando nas suas gerações vieram os povos descendentes dos filhos de Noé povoando o novo mundo do pós-diluvio, foi encontrando em Abrão ter achado Graça diante de Deus, no primeiro chamado de "Pai Pequeno", o que pela sua obediência a Deus foi orientado pelo "Espirito de Cristo" para deixar a sua terra natal, se desligando da sua parentela para ser direcionado pela "Fé Sobrenatural de Deus", isto quando ainda se encontrava na cidade de "Ur dos Caldeus" , dali partiu decidido por ser levado direcionado para uma terra chamada "Terra de Canaã".
Quando mais tarde já estando estabelecido na "Terra da Promessa", por ela peregrinou tomando-a por posse definitivo de cada palmo a bênção desta herança, ao ser chamado por Deus de "Abraão o Pai de uma Multidão".
Nas suas jornadas pela "Terra de Canaã " foi Abraão prosperando com muitas posses que pela Fé sobrenatural de Deus foram adquiridas conforme a declaração a seu respeito nas Escrituras Sagradas:
"Era muito rico em gado, em prata e em ouro." (Gênesis 13.2)
Prosseguiu nesta mesma Graça de Deus ao ter nascido o seu filho Isaque que também veio a crescer exponencialmente crendo pela mesma Fé sobrenatural de Deus, ficou até o fim da sua vida firmado na mesma Promessa que fora feito ao seu pai Abraão, agindo pelo que:
"Semeou Isaque naquela terra e, no mesmo ano, recolheu cento por um, porque o Senhor o abençoava. Enriqueceu-se o homem, prosperou ficou riquíssimo."(Gn. 26.12,13)
A "Lei da Semeadura" é a mesma que pela obediência da Fé Isaque recebeu de seu pai Abraão, assim prosseguiu na sua vida terrena da mesma forma que foi conduzido pela "mensagem profética da cruz", o seu direito alcançado pela "Benção" da prosperidade de Deus na mesma "Terra que Mana Leite e Mel".
O Patriarca Jacó sendo o filho de Isaque descendente tendo adquirido a Primogenitura da mesma linhagem da Fé sobrenatural de Deus, esteve firmado por esta mesma "Graça", sendo abencoado prosperamente pelo que "lutou com o Anjo do Senhor" e alcançou ter o seu nome mudado para "Israel de Deus".
De que anteriormente Jacó vivia uma vida da fé natural presente no coração dos homens, no que vinha agindo pela "usurpação dos direitos" que pelos artifícios por uma busca da prosperidade o fez cair no desprezo de seu irmão Esau, que mais tarde no seu tempo veio a receber a correção divina através do "lenho verde das varas das aflições de Cristo", o seu aprendizado pela obediência da palavra profética, pôde "lançar mão da esperança proposta no descendente da promessa", assim recebendo pela Graça a "Benção do Senhor que enriquece e nao traz dor" é hoje delegado para todos que pela mesma Fé sobrenatural de Deu" atende pelo sacrifício vicário do Sangue que foi escorrido na terra, o que está disponível para todos na salvação proclamado pela palavra profética de Deus em Jesus Cristo.
O "Espírito de Cristo" veio agindo por meio das orientações dadas ao patriarca da fé, para que se utilizasse na obra da salvação pelas "varas verdes da correção de Deus" mostrando que pelo sacrifício vicário seria proporcionado a prosperidade de Deus como resultado da aceitação pela obediência da palavra profética sendo aplicado aos anseios dos homens trazendo para vida a prosperidade eterna proporcionado aos rebanhos do "Pastoreio Divino".
Foi logo que Labão o sogro de Jacó, ao perceber que Jacó tinha a vida de uma pessoa próspera nos seus afazeres, pela "Benção de Deus" recaída sobre ele, visto que exponencialmente prosperava em tudo sobremaneira do seu rebanho por ele apascentado, pelo que muito se alegrou nos anos passados na presença próspera de Jacó, porém, como sempre foi um interesseiro eegoísta, tendo o seu coração ser um impenitente para com Deus, procurava sempre agir deslealmente com Jacó.
Labão prosperou muito pelas mãos de seu genro Jacó, o que em poucos anos se tornou um proprietário dono das grandes riquezas vindas da pecuária.
Pelo que então querendo mostrar um parecer de "bondoso" para com Jacó, decidiu "liberar" o direito para seu genro a que cuidasse de trabalhar pela sua própria casa a partir daquele dia, do seu próprio pastoreio tirar as crias nascidas , como rendimento do seu salário do rebanho produtivo de seu sogro Labão, assim receberia pelo seu pagamento das novas crias geradas, criando o seu proprio rebanho ficando como um "sócio" por direito da mesma riqueza pecuária.
Ao serem reproduzidas as ovelhas do rebanho por ele pastorado, seriam separados do rebanho de Labão.
O termo deste "acordo salarial" ficou entre os dois fechado, sendo estipulado que o pagamento de Jacó seria tirado das cabeças das crias nascidas sendo separados "os Salpicados, Malhados e Listados."
No contrato feito por palavras tinha como "cláusula principal" o estabelecido de uma separação geográfica que seria por distância a ser cumprida por Jacó, de que haveria entre os rebanhos apascentados por Jacó dos rebanhos apascentados pelos filhos de Labão, deveriam ser mantido a distância entre eles de "três dias de jornada."(Gn. 30.36)
Esta "cláusula contratual" serviu como para um "Marco Divisor" do tempo para ser percorrido no necessário para que fosse evitado os encontros dos rebanhos assim ficassem distanciados no tempo a ser percorrido para que ocorresse a "Ação da Fé Sobrenatural de Deus".
A "Profecia Messiânica" vinha desta maneira atuando no acordo anunciando desde o princípio que Deus prometera ao Patriarca Abraão, ao ser mais tarde do chamado profético para que "sacrificasse ao seu filho Isaque", tendo ele caminhado junto de seu filho Isaque sob a direção do "Espírito de Cristo" que nele estava, quando finalmente na sua obediência levantou as mãos para sacrificar o seu "filho da promessa", numa visão dos olhos espirituais voltado para o futuro encontrou-se no lugar do calvário futuro a seu tempo era o que já estava estabelecido por Deus para acontecer na "Plenitude do Tempo".
A representação do lugar no acontecimento do sacrifício vicário do "Filho do Homem" foi quando:
"Ao terceiro dia, erguendo os lhos viu o lugar de longe."(Gn. 22.4)
O Calvário foi visto espiritualmente desde os tempos Patriarcais, como sendo o "Divisor" para ser percorrido por todos os que creem, conforme a profecia messiânica fora estabelecido por Deus, do lugar santo predestinado por Deus aonde ocorreria a "Bênção Maior".
Foi ali no "Golgota" que aconteceu na representação da "Oferta Viva do Sacrifício de seu Único Filho", ter sido oferecido em holocausto pela obediência do "Pacto de Sangue" que foi feito com Abraão para que não retrocedesse da "Fé Sobrenatural de Deus".
É importante salientarmos que não encontrou Labão nesta mesma "Benção de Jacó", muito embora tenha
ele usado da lógica matemática numa atitude que vem da fé natural no coração do homem, pelo agir do seu lado racional posicionado como incrédulo da "Palavra Profética de Deus", por então querer evitar que a reprodução do rebanho de Jacó deixasse de acontecer por meio natural da cópula dos machos de seu rebanho pastoreado, foi tomada uma decisão pela incredulidade de Labão no ter estipulado pela distância da separação de "três dias de caminho", ficaria entre os rebanhos a serem apastoreados, teria uma lógica aceitável do necessário de impedimento da cópula furtivas entre os rebanhos, de se encontrarem pelo "caminho de três dias", de que no seu pensar da morte aconteceria na impossibilidade da reprodução do rebanho a ser apascentado por Jacó.
"O pastoreio"
É importante para concluirmos de que com essa atitude que fora tomado por Labão, por querer usar da lógica matemática do tempo que seria mortal pela separação dos dias contados, foi a última vez que Labão teria agido por ter enganado o seu genro Jacó durante as outras diversas vezes anteriores de que vinha usando da astúcia maligna, na imprudência de um homem movido pela ganância das riquezas, no obter do "lucro fácil" retirado das costas de Jacó, que no seu tempo representava a presença do "Justo Jesus Cristo" no Velho Testamento:
"O Justo". (1 Timóteo 6.5,6)
Labão não estava satisfeito com sua própria grandeza, por já ter adquirido pelos anos trabalhados por Jacó, no seu favor de um funcionário fiel servidor fo seu Senhor, sendo por outro lado o sogro um ganancioso e prepotente das suas atitudes estando cheio das maldades para cometer contra o justo Jacó, no tomar da atitude final porbum ato de covardia da impiedade, foi de imediato retirando do rebanho a ser apascentado por Jacó, o que:
"Naquele mesmo dia retirou os bodes listados e malhados e todas as cabras salpicadas e malhadas, todos os que tinham alguma brancura e todos os negros entre os cordeiros; e os passou às mãos de seus filhos."(Gn. 30.35)
Com tal atitude achava Labão que poderia fazer valer da sua impiedosa incredulidade, do que havia no seu coração das ruindades praticadas contra Jacó, no seu querer final por afrontar diretamente o Deus de Jacó, foi lançado no rosto de seu genro Jacó o desafio da "Fé Sobrenatural de Deus", indo de encontro pela lógica materialista da fé que é natural no homem.
Providenciou Labão de imediato fazer a retirada do rebanho de Jacó, dos machos reprodutores, procedendo desta maneira o impedimento total das "crias genéticas coloridas", que ficando o rebanho sem as matrizes no necessário das cópulas para o seu rebanho apascentado.
Com esta atitude de seu sogro deixando desta maneira claro que através da sua lógica humana, o rebanho de Jacó ter ficado desfalcado das matrizes e dos machos para as cópulas, ser descartado qualquer possibilidade para reprodução dos animais fêmeas sob qualquer hipótese não viria acontecer os "nascimentos multicoloridos", como vinha acontecendo anteriormente.
É bom salientar que neste desafio feito por Labão foi direcionado diretamente ao "Deus de Jacó", sendo considerado em 100% (cem por cento) do improvável para vir acontecer qualquer tipo de "cria colorida" fosse acrescentado no rebanho pastoreado por Jacó, do que por meios naturais não reproduziriam tais novidades do crescimento animal.
Visto que naquela época não havia o que hoje existe pelo desenvolvimento da ciência genética animal, agindo pelas manipulações do homem no aplicar dos medicamentos trazendo as soluções veterinárias que por meio da "inseminação artificial" é largamente utilizado pela tecnologia reprodutiva na pecuária.
Aos olhos incrédulos de Labão seria Jacó mais uma vez "ludibriado" do seu salário de trabalhador honesto e fiel nos afazeres.
Labão tão logo se viu pelas costas do seu genro Jacó, que ao ter partido pelo "Caminho de Três Dias" é o que podemos imaginar da atitude de Labão sendo um sádico e ganancioso tendo no seu sorriso estampado no rosto haver penalizado mais uma vez o seu genro Jacó, que lhe fora o grande "Abençoador" das suas riquezas produtivas.
O patriarca Jacó não se esmoreceu por esta atitude desonesta do seu sogro e prosseguiu pelo "Caminho de Três Dias" na direcção permanecendo firme na "Fé Sobrenatural de Deus" estava guardando o seu coração na "Promessa" para o cumprimento a ser feito pelo "Deus do Impossível", que no seu "Poder Realizador dos Milagres" aconteceria as gestações coloridas no seu rebanho que fora desfalcado.
"Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas."(Lc. 1.37)
Jacó se manteve fiel da sua total dependência de Deus e assim prosseguiu no "Caminho" seguindo as "Orientações do Espírito de Cristo" que nele estava, que em tudo o direcionava segundo o "Propósito da Palavra Profética" seria cumprido nos "Três dias de jornada".
Foi assim que aconteceu como "diferencial" para que o milagre da profecia acontecesse, o que seria necessário pela separação feita entre os rebanhos a serem apascentados.
A vitória certamente aconteceu conforme fora assegurado por Deus pela mensagem profética que fora transmitido como uma tipificação da "morte e a consequente ressurreição" do rebanho por ele apascentado, de que alcançaria Jacó pelo "Milagre da Fé Sobrenatural de Deus" aconteceram as "gestações multicoloridas do rebanho.
A separação foi o necessário da distância marcado profeticamente dos "Três Dias", o alto preço a ser pago pelo esfolamento do madeiro mostrado para Jacó poder "lançar mão da esperança proposta" pela promessa messiânica, do que para ali apontava da necessidade de "mortificação do corpo" na consumação da Promessa viria acontecer as realizações da "Fé Sobrenatural de Deus".
O evangelho no Velho Testamento foi desta maneira anunciado na vinificação do rebanho de Jacó,pelo operar divino nos nascimentos das crias geradas pela fecundação feita através da "seiva" derramada do lenho verde se misturando com as águas dos bebedouros para a multiplicação das multidões multicolores do rebanho de Jacó.
"o pastor como um guardião atento das suas ovelhas".
Pelo "lenho verde" foi mostrado a Jacó ter encontrado o material da grande importância que repercutiria pelos tempos passados, a "ligação póstuma" que era atuante no rebanho desfalcado de Jacó , ao ingerir o líquido espesso da "seiva" tendo escorrido e, entrando nas águas se misturando como o elemento catalizador da obra redentora tipificado na "seiva" do sangue purificador para fazer acontecer a salvação ter alcançado o "Justo" prometido a Israel.
Na tipificação da "seiva" do lenho verde veio o ensino do "Sangue Redentor" que ao ser ingerido pelos rebanhos de Deus nas realizações das fecundações que pela "Fé Sobrenateral de Deus" pôde Jacó usar do estratagema do "Espírito de Cristo" presente nas figuras representativas do "madeiro verde do Alamo" (Gênese 30.37 ) - O que serviu para rapidez do crescimento do rebanho; a vara do "madeiro verde da Amendoeira"(as aflições do parto); e no "madeiro verde do Plátano"(A seiva para os renovos sendo reproduzidos pelas plaquetas do DNA, nos coloridos das crias sendo geradas nos salpicados, malhados e listrados).
No fato de terem sido removidas as cascas dos madeiros verdes, foram nestas feitas as riscas em aberturas que ficaram deixando aparecer a "brancura interna do lenho verde"; como assim fora expostos os ossos do corpo do messias ao ser sacrificado na cruz do calcário, conforme as varas foram descascadas e postas nos "canais de águas dos bebedouros" diante dos olhares do rebanho que frente para elas vinham dessedentar no beberem as águas concebiam de pronto ao ser ingeridas pelas ovelhas ficavam "prenhas" das suas crias sendo geradas nos "Listrados, Salpicados e Malhados". (Gênesis 30. 37,39,43)
A importância desta representação reveladora do "lenho verde das varas de Jacó " anunciava o que diz respeito para nossa lição da vida de FÉ dos patriarcas, tendo no lado espiritual a prática nos tipos e nas figuras representativas da verdade profética que era anunciado do seu valor real na prosperidade que vem de Deus gerando suas inúmeras "Crias dos Redivivos" pelo sangue de Jesus Cristo, que é o cerne central das mensagens proféticas, o principal "ingrediente" revigorador da esterilidade espiritual de muitos rebanhos que por não beberem desta "seiva milagrosa" ficam desnutridos e sem a consistência necessário da vida abundante em Deus.
O patriarca Jacó creu que desta forma ser condição dado pelo "Espírito de Cristo" na sua prosperidade ter alcançado pela "Benção do Senhor que enriquece e não acrescenta dores", foi que lançou mão desta esperança proposta pela Fé do sobrenatural de Deus, alcançou a sua prosperidade pecuária de seu pastoreio ser abençoado por Deus.
Para concluímos o nosso estudo bíblico com as interpretações dadas pelo Espírito Santo, tiramos nossas conclusões na certeza de que não há "subterfúgios" para alguém que queira invalidar ou mudar a verdade profética de Deus, no que veio transmitido pela mensagem messiânica do patriarca Jacó na dispensação do Velho Testamento, daqueles que por ventura venha a querer usar dos diversos "malabarismos das ciencias ocultas" com as suas "manipulações das ervas mágicas" propondo por meios enganosos pela corrupção das mentes incautas ou inocentes, no que buscam no "ocultismo da Cabala" firmarem as suas crenças no engano da religiosidade que não está estribado nos "sofrimentos do madeiro verde", a cruz do calcário que traz a verdadeira mensagem que é reveladora da "Redenção" para o homem pecador ser salvo da ira de Deus vindoura.
No seu proceder diário agiu Jacó pelo "escorchar" (descascar) das "varas verdes" feito entre tiras abertas pendentes deixando aparecer a "brancura" interna do lenho verde, que no atingir do "Líber" que é o conjunto dos vasos que conduzem a "seiva" elaborada pelo madeiro, que ao ter recebido os cortes nas suas partes
que fica entre o tecido vegetal da casca do lenho verde temos a descrição clara através da botânica que vem nos explicar do acontecido prático que teve na "Visão Profética" no seu "profundo e o escondido" da mensagem messiânica na dispensação do Velho Testamento.
Foi no escorrer da "seiva" por entre as fibras do tecido vegetal, que encontramos a visão profética transmitido pelo patriarca Jacó sendo orientado pelo "Espírito de Cristo" que nele atuava, para que "lançasse mão" pela fé nos sofrimentos do Messias Prometido a Israel.
Desta maneira foi o exposto por Jacó o Cristo de Deus como visto crucificado, em mistério a ele revelado sobre os sofrimentos futuros do messias prometido a Israel, pelo que assim foi direconado de que nas suas gerações futuras viria o que antecederam nos "tipos e nas figuras" que assim apontavam diretamente para o Calvário.
O Preço que foi pago no "madeiro verde" da cruz do calvário, quando o salvador do mundo recebeu na sua carne as retalhações das "aflições da morte" que no seu próprio corpo sofreu, pôde afinal trazer consigo a ressurreição para os mortos que Nele recebem a "Vida Eterna" transformadora dos coloridos "Salpicados, Malhados e Listados" que estao sendo gerados pela Fé sobrenatural no "sangue da eternidade" que jorrou do corpo do Cordeiro de Deus, para purificação dos pecados do mundo.
" uma visão ilustrativa do Cristo Crucificado no Calvário".
O "caminho de três dias" foi cumprido literalmente na cruz do "Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo" no fato acontecido pelo "lenho verde" da cruz do calvário.
No caminho do gólgota, quando foi levado o "Filho do Homem para ser punido com a sua morte na cruz, o que assim referiu Jesus Cristo dizendo do "madeiro verde":
"Porque, se ao madeiro verde fazem isso, que se fará ao seco?" (Lucas 23.31)
Quando o filho de Jessé, Davi, foi chamado do seu "pastoreio" dos rebanhos de seu pai, para então reinar sobre o povo de Israel ter recebido a "Unção da Benção Real" por destaque de ter sido o "escolhido de Deus", na tipificação do que foi retirado dos "rebanhos coloridos" vindos da casa de Jacó, ao lhe dizer Deus:
"Tomei-te da malhada."(2 Samuel 7.8)
Assim aconteceu para que Davi entendesse a profecia do "malho do calvário" e, por inspiração do "Espirito de Cristo" pôde compor o cântico dos Salmos 23:
"Tua vara e o teu cajado me consolam."(Salmos 23.4)
Foi ali no "malho do calvário", tendo já recebido a coroa de espinhos, o que sufocava a cabeça do "Cordeiro de Deus", cumpriu-se a profecia quando o patriarca Abraão com a sua visao espiritual aberta viu nos instantes finais antes de ser executado em sacrifício o seu único "filho Isaque", foi orientado para que virasse sua cabeça para atrás do ombro e visse pela "Fé sobrenatural de Deus", o que presenciou do cordeiro preso pelo chifre entre os espinhos, numa tipificacao de que antes da fundação do mundo "Cordeiro de Deus" já estava aguardando o "tempo da plenitude" para ser retirado os pecados do mundo, no que ali estava sendo representado pelo animal seu sangue para ser derramado como aceito por Deus, numa substituicao de seu filho Isaque, na alegoria da ressurreição por tê-lo recebido de volta com vida.
O animal que ali se encontrava estava:
"Preso pelos chifres entre os arbustos."(Gn. 22.14)
Numa resposta profética desta tipificação dos arbustos espinhosos que formaram a "coroa de espinhos" tecido sobre a cabeca do "Filho do Homem", como um meio da punição do castigo cruel vindo pela "maldição da terra" causado pelo pecado Adamico:
"O castigo que nos traz a paz estava sobre ele". (Isaías 53.5)
Naquele momento crucial que antecedia a morte vicária do messias salvador do mundo, dado o fim do "reinado das trevas do pecado" que vinha atormentando a humanidade, estava ali tipificado na coroa com os seus ponte-agudos espinhos precionando a cabeça ferida do messias de Deus, pelo "sobrepujar" dos pecados da carne do primeiro Adão, alma vivente.
Podemos dizer então seguros pela fé sobrenatural de Deus, como alguém que já pode cantar alegremente: "Senhor, agora entendo os espinhos, que eles fazem parte do Caminho da Salvação".
As feridas abertas no corpo que sofreu os retalhos dos cortes provocados pelas chicotadas tomadas, abrindo por dentro e por fora a sua carne sendo dilacerada e expondo a "brancura dos seus ossos" no escorrer do sangue eterno que reluzia a sua cor vermelha ao sol que a luz da vida terrena, logo se escureceu.
Assim como ficou tipificado na visão profética do "madeiro verde" que foi utilizado pelo patriarca Jacó, tendo no caule do lenho verde ao ser atingido o "liber", tão logo como estourado uma veia foi derramando a "seiva nutriente" numa representação esclarecedora dos "vasos sanguíneos ao serem rompidos a jorrar o sangue "vermelho carmesim", conforme o lenho do madeiro ficava encoberto pelos manchados dos malhos que em das listras e os salpicos do sangue foram os geradores das crias coloridas dos rebanhos de Deus em "salpicados,malhados e listados" da Igreja de Jesus Cristo os "Nacisdos de Novo".
No gólgota ficou Jesus Cristo exposto na cruz até a sua morte profetizado para o "terceiro dia", o que continua ser necessário apregoar o evangelho da salvação em Jesus Cristo, para aconteça "as ricas reproduções dos renovos de Deus".
Foi na Cruz de Cristo "riscado o escrito da dívida" que era contra todos nós pecadores condenados a morte eterna, ao ter recebido em si mesmo o "castigo da Lei", que vem servindo como aviso de alerta para os que são "maus lenhadores da fé natural deste mundo", por usarem de subterfúgios no querer alcançar as "riquezas da justificação de Deus ", por seus próprios atos de justiça pela falsa religiosidade que é incrédula da fé sobrenatural de Deus.
São aqueles que ainda estão a violar abertamente o "Pacto de Deus feito em Jesus Cristo", no usar de quaisquer outros meios dos "sacrifícios" sendo apregoados numa linguagem do "pensamento positivo", para se conquistar as coisas que são impossíveis ao homem, apresentam as suas propostas heréticas fora da verdade profética que foi anunciado nas "varas verdes" proporcionando a riqueza de Jacó.
O "escândalo da cruz de Cristo" para o povo judeu é o motivo da sua rejeição como o salvador vindo de Deus, o que para muitos incompreendidos da profecia messiânica foi mostrado pelo patriarca Jacó, terem uma visão espiritual de "daltônico", para o reconhecimento não só para o "caminho de três dias", como foi necessário a utilização do lenho verde, para servir do cumprimento da promessa de Deus, no messias Salvador Jesus Cristo.
Portanto "corra" das religiões heréticas que são como os "desmatamentos ilegais" feitos pelos homens impenitentes que sem o verdadeiro Deus não trazem em si mesmos a "marca registrada do fio escarlate", que pelo sangue do cordeiro de Deus espargiu sobre os homens pecadores pelo "Espirito de Cristo" que vem atuando por todas as gerações gerando os "redivivos coloridos do Senhor", dos que estão sendo gerados na cruz de Cristo, tido o seu sangue derramado em favor dos rebanhos de Deus; os "salpicados, listados e malhados" que pela Fé em Jesus Cristo estao alcancando a salvação de suas almas.
Deus seja louvado!
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