"Uma prova geográfica profética"
Disse Jesus Cristo:
"Não há nada encoberto que não venha ser revelado, nem oculto que não venha saber-se" (Mateus 10.26).
Sobre estas existências hídricas, temos em especial sobre os dois braços de águas doces, o que vamos apresentar neste estudo bíblico o nosso parecer pelo que cremos da fé no sobrenatural de Deus, de que possa vir a ser comprovado pela arqueologia agindo nas terras de Israel, tendo acompanhado pelo raciocíneo da geologia bíblica mostrando os direcionamentos tomados desde o Jardim por eles regado, conforme é declarado na criação do "jardim do Éden", que dali aconteceu uma divisão destas redes fluviais nomeados em quatro braços distintos, vem anunciando um mistério para os dois braços de rios que têm as suas águas percorrendo pelos subsolos das terras santas de Israel.
O que assim ficou determinado geologicamente pelo Criador nas suas origens do Éden tendo saídos de uma única e mesma fonte de águas doces que então regavam o jardim, e dali foi dividido na sua distribuição geográfica dos quatro braços pela terra, foi que nos focamos aos dois braços de rios que se encontram "invisíveis" nas superfices das terras é o nosso alvo de estudos bíblicos aqui apresentado para sua consideração de uma análise histórica.
Veja o que diz o texto bíblico da Gênesis:
"Saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro. E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe"(Gênesis 2.10-13).
Adão no Jardim do Éden.
Ao visualizarmos cenas através destas informações proféticas que são reveladoras destas existências hídricas regando toda terra pelos quatro braços que dali se dirigiram e foram direcionados por seus detalhes de um particular entendimento para suas localizações geológicas, há dois que percorrem de especial parecer que são as correntes de águas doces estando presentes nos subsolos das suas regiões citadas, de que são vistos sobre a terra no seu aflorar dos subsolos argilosos e arrenosos, do calcário que cobre quase toda a extensão das terras de Israel, vem os destaques de onde podemos encontrar respostas comprobatórias ao analisarmos o pequeno detalhe que passa desapercebido de uma atenção mais acurada na interpretação da pequena palavra profética que reproduz fielmente o propósito de Deus no ato do "mistério guardado em silêncio" quanto a estes dois braços de águas doces, que aparecem visíveis parcialmente vindos de suas extensões dos seus leitos presentes nos subsolos, são manifestados aos olhos de muitos ficando sem entenderem da palavra profética que traz para suas existências nas formações circulares a resposta geológica.
É um fato inusitado que até hoje vem constrangendo os arqueólogos nas suas dúvidas sendo geradas pela incredulidade de muitos em não aceitarem pela fé o que de sobrenatural existe neste simples detalhe que vem relatado para a interpretação ser correta na palavra profética "rodeia" estando condizente da sua realidade existencial para estes dois braços de rios que correm subterrâneos, no sobressairem visívelmente sobre a terra numa formação das "rodas d'águas" que brotam por toda Israel, tem o seu enígma decifrado pelo desvendamento das Escrituras Sagradas.
Os dois rios subterrâneos vem assim destacados desta maneira, visto que um deles se refere ao que vem percorrendo pelas terras dos antigos descendentes das famílias de Noé, em Joctan, no seu filho chamado de Havilá, como assim vem citado nos registros das Escrituras Sagradas, as informações vindas desde o princípio da criação do Éden no seu Jardim regado, as devidas referências nos informando claramente sobre as riquezas minerais presente nesta região do Negueve, o ouro, a prata, como das pedras preciosas que existiram em grande abundância na área que cobria a nascente deste braço do rio Pison nas areias ardentes dos desertos, circulando com suas grandes águas potáveis na referência feita em especial do seu afluír de "rodas d'águas" que vem expondo para as terras arenosas dos desertos do Negueve ao Sul de Israel.
Encontramos nas Escrituras Sagradas as fortes evidências históricas sobre tais riquezas minerais que ali eram existentes, e dos seus possuídores os povos "Amalequitas", os antigos moradores daquela região do deserto, sendo estes riquíssimos habitantes descendentes ancestrais dos possuidores daquela região ao sul de Israel, o Negueve.
Assim encontramos para sua verdadeira história sobre a existência destes braços de rios em estarem ocultos desde o Éden, como assim veio anunciando de uma maneira muito sutil e especial por se apresentarem na sua forma de visíveis poços de nascentes por sobre as terras de Israel, de que não são vistos da sua totalidade nos seus grandes leitos em que correm submersos, tão somente são vistos iniciando nas suas formações reconhecidas como de "rodas d'águas" que vem formando as pequenas correntes dos "oáses" pelos vales e os desertos de Israel.
Assim entendemos pela fé que através das profecias anunciadas vem comprovando das existências destes dois braços hídricos vindos do Jardim do Éden, como assim também aparecem visíveis na sua totalidade sobre a terra das correntes dos rios "Tigre e o Eufrates" localizados nas regiões da Ásia.
Quanto aos dois braços de rios do nosso estudo em especial, voltamos atenção para as nascentes dos rios "Pisom e o Giom" a nos trazer uma informação importante identificando que através das "circunvalações" de suas águas doces se mostrando visíveis sobre a terra desde os tempos dos ancestrais moradores, os proprietários daquelas regiões desérticas do Negueve, o que consta das suas referências nominais dados para os ancestrais que nelas estavam estabelecidos com as suas moradias.
O fator principal que nos serve para o esclarecimento de ambos os braços no fato de se encontrarem escondidos nos subsolos e somente virem aparecer por sobre a terra na conformação de como se apresentam, temos a revelação profética na ação verbal da palavra "RODEIA".
Esta informação que é verbal e profética, nos parece de suma importância para o esclarecimento geral, visto que é por estas localizações geográficas no trazerem por si mesmos o significado pelo verbo "rodear", o fato de estar dizendo da sua aparência física ao sobressairem sobre a terra no "circunvalar" dando início aos "poços d'águas doces", que provenientes dos braços dos rios Pison e o Gion estando presentes nos subsolos mais profundos da terra, e que atualmente vem brotando para o final dos tempos sendo chamados de "bolaines" formando as grandes valas abertas nas terras arrenosas do mar morto, vem provocando pelas diversas nascentes fluindo as águas potáveis que subindo formam as correntes se formando surgidas dos subterrâneos existentes nas regiões de suas referências bíblicas, o que vem acontecendo desde os tempos dos ancetrais proprietários, é um fato histórico profético do nosso importante alvo familiar que vem segundo as genealogias dos descendentes de Adão e Eva.
Foram os primeiros habitantes desta terra os antigos ancestrais chamados pelos seus nomes de "Havilá" estando localizado ao Sul de Israel no deserto do Negueve, bem como de seu outro seu irmão familiar chamado de "Cuxe", estando este localizado mais para o Norte das terras futuras de Canaã.
Quanto aos "misteriosos" braços dos rios em referência, embora se mostrem reveladores das suas existências geográficas como vêem citados desde o início por fazer parte para regar o "Jardim do Éden", que por isso os dois devam ser considerados fisicamente estando posicionados nos seus leitos de origem como que estando "resguardados" em toda sua extensão geográfica nos subsolos das terras de Israel, no só poderen ser identificados desta maneira como vem anunciado de seu parecer sobre a terra sendo visível aos olhos conforme as informações assim os descrevem pelo seu "rodear" nas terras das regiões a que pertenceram os ancestrais proprietários, com as suas inumeráveis nascentes espalhados pelos desertos formando os "Oásis" com suas "rodas de águas vivas potáveis" servindo do refrigério para os beduínos dos desertos do Negueve.
Assim tem acontecido na história da existência destes dois braços de rios, pelo que vem sobressaindo para vista de todos até hoje presentes nas terras de Havilá e Cuxe trazendo pelas suas nascentes as grandes abundâncias das águas que são perenes vem fluindo intermitentes das porosidades das terras desérticas e calcárias dos subsolos de toda Israel, prosseguem desde o "Jardim do Eden" a subirem no seu "circunvalar" das constantes "Bolaines" localizadas nas regiões já registradas biblicamente, veio beneficiando aos antigos moradores proprietários de que foram tomados os seus nomes como os ancestrais familiares dos primeiros descendentes diretos vindos da "Família Semita de Havilá, o filho de Joctã", que foi o morador da região Sul do deserto do Negueve, como também do outro filho que é o descendente da família dos "Cananitas", o chamado de Cuxe, filho de Cãm, sendo estes os proprietários iniciais sobre as terras nas suas regiões citadas (Conforme assim consta no livro de Gênesis capítulo 10 nos versículos 6 e o 29).
Assim interpretamos para estes dois braços de rios que só podem ser vistos aparecendo por sobre a terra na conformação de "grandes cisternas", como dos "buracos abertos" nos solos calcários e arenosos provocando as inúmeras "cavernas de águas doces" a a jorrarem regando os vales e desertos de quase toda a Israel.
Encontramos através destes relatos bíblicos os fortes indícios que nos servem das provas concretas que levam para o entendimento sobre toda área "fluvial" vem percorrendo estes dois braços de rios tendo sua origem no Éden, a verdade que obtemos através das Escrituras Sagradas que assim nos direciona corretamente para o reconhecimento de que são os geradores das "Bolaines do Mar Morto", por estarem ali fluindo estas duas grandes massas de águas a cobrirem pela vasta região subterrânea das terras calcárias e dos desertos de Israel.
O que poderá vir ser comprovado pelas suas evidências físicas das fontes de águas que vem surgindo palpáveis pelos diversos poços escavando os solos feitos em fendas desde os tempos remotos patriarcais, servindo para os desfrute dos moradores e os peregrinos transeuntes pelos desertos, de que assim recebem das águas subterrâneas do sobrenatural de Deus se mostrando pelas Escrituras desde os tempos de Abraão, Isaque e Jacó.
Destacamos pela nossa atenção para os fatos destes acontecimentos que nos parece de especial valor histórico, quanto a este mistério que vem vindo desde aquela época distante, o fato do que aconteceu sobre o aparecimento repentino durante a peregrinação da atordoada mulher egípcia chamada Agar, que fora expulsa e perambulava pelo deserto do Negueve, que num dado momento o "Anjo do Senhor" apareceu e mostrou-lhe como resposta do choro da criança, o filho de Abraão, nascido desta egípcia, estando a criança quase a morrer por inanição, foi "aberta a visão" de Agar sem saber como poderia salvar seu filho da eminente morte, não se apercebera Ágar que estava junto a uma fonte de "roda d'água"a fluir ali sobre a terra arenosa escaldante, o que ainda estava em oculto dos seus olhos e naquele instante vislumbrava naquela região entre Cades-Barnéia e Berede ao sul do Negueve (Gênesis 16.14).
Esta referência ao que nos parece ser de uma grande importância profética e histórica, nos dá o suficiente esclarecedor fato que foi o "Anjo do Senhor" que abriu a fonte de água doce mostrando para os olhos dela o poço surgido, o que até então se encontrava encoberto pela areia escaldante daquela parte do deserto do Negueve.
A resposta de Deus veio atendendo ao choro da criança, o filho do patriarca Abraão, o que podemos embasar da existência ali em submerso passar o "braço do rio Pisom" cortando por toda aquela região desértica percorrendo como um grande "lençol" de águas doces subterrâneas presente nas camadas porosas do escaldante deserto do Negueve, o que nos incentivou para pesquisarmos mais atentamente nas Escrituras sobre o mais "profundo e o escondido" de Deus nos revelar sobre estes misteriosos recursos hídricos saídos do Jardim do Eden.
Como nos declara a profecia sobre as rachaduras das "bolaines":
"Pois águas arrebentarão no deserto." (Isaías 35.6)
O fluir destas águas vindas dos dois braços de rios subterrâneos estão a subirem intermitentes e aparecendo nas superfícies das terras desérticas com suas formações de poços que vem "rodeando" por toda a terra de "Havilá" e de "Cuxe", confirmando geográficamente pelo delinear no mapa bíblico sobre suas existências desde o "Gênesis da Criação do Éden", do que aqui se fazem presentes nas terras Santas de Israel.
Ou porventura tenha feito Deus "evaporar" da terra para estes dois braços de rios estando a nos deixar confundidos quanto a veracidade da Palavra profética?
Creio que pela nossa fé no sobrenatural de Deus da sua palavra profética de que :
"Não há nada encoberto que não venha ser revelado". (Mt. 10.26)
Os poços de "águas vivas" existentes nas terras de Israel ao virem jorrando desde a época mais remota da terra, de quando foram por ali escavados os poços pelo patriarca Abraão, o que aconteceu num determinado tempo em que vieram os servos do rei Abimeleque, que já havia tomado por força da sua violência dominadora o "poço de Berseba", o que confirma geograficamente para os viajantes da região usufruirem até hoje destas águas potáveis perenes a jorrarem abundantes do manancial subterrâneo do "braço do rio Pison" na região do Negueve vem constantemente subindo no seu "rodear" de uma cisterna que vem servindo para o refrigério tanto das caravanas dos beduínos transeuntes, como para os moradores fixos daquela parte fértil da região do Negueve.
É sobre estas antigas terras de Israel que no passado fora inicialmente uma propriedade do ancestral morador chamado de "Havilá", de ser uma grande e riquíssima região produtora do ouro fino puríssimo e das pedras preciosas esmeraldas, safiras e dos diamantes diversos, do que também era uma grande parte pertencente ao seu irmão chamado de "Ofir" foram estes os primeiros proprietários habitantes daquelas terras auríferas, os dois filhos de Joctã descendente de Éber. (Gênesis 10.25,29)
Há nos relatos bíblicos informações sobre a "fome de alimentos", de que quase sempre era escasso naquelas terras áridas, porém, não se fala sobre a falta das águas potáveis, naturalmente devido às formações dos circulares poços de águas formando os "Oásis" servindo que até hoje como pontos das estalagens de descanso para as caravanas dos beduínos que por ali percorrem transitando naquela região desértica das antigas terras de "Havilá e Ofir" no Sul do Negueve.
Somos desta maneira assegurados conforme as informações bíblicas, de que há muitos poços abundantes das águas formando os riachos que vem correndo por toda a terra de Israel, o que acontece desde os tempos mais remotos até mesmo anterior da chegada do patriarca Abraão na "terra de Canaã", quando para ali obedecendo ao chamado de Deus se dirigiu o patriarca da fé sobrenatural veio da sua família descendente de Éber, atendendo prontamente foi deixando para trás a sua parentela, assim prosseguiu na sua fé orientado pela direção de Deus partiu para o outro lado do rio Eufrates. (Gênesis 10.21,24 e 14.13)
A pergunta que não quer calar é que de mananciais subterrâneos viriam uma tamanha quantidades de "águas perenes" a jorrarem desde a criação do Éden?
Por acaso viriam estas águas dos lençóis freáticos que foram formados pelas águas das chuvas caídas naquela região dos escaldantes desertos?
Não cremos que seja desta formação, pelo que de outra maneira nos assegura as Escrituras sobre a existência dos dois braços de rios correndo subterrâneos serem procedentes do "Jardim do Éden".
As Escrituras nos declara pela fé sobrenatural de Deus, da existência destas "águas vivas" que são vindas do leito interior do rio "Pisom e do Giom", estando a percorrerem nos subsolos porosos das terras de Israel, de que desde então vem subindo nas suas formações circulares dos grandes poços aparecendo por sobre o solo, arrebentando as suas águas pelas "correntes" percorrendo de tempos em tempos os desertos do Negueve.
Segundo as Escrituras podemos confirmar o que diante dos nossos olhos, geologicamente há sob as grandes profundidades do subsolo de Israel a percorrem os "dois grandes braços de rios", tendo por base a concretização das informações bíblicas, assegurando para uma resposta positiva deste caso enigmático.
O libertador Moisés foi direcionado pelo "Anjo do Senhor", quando no deserto do Sinai foi orientado para que "ferisse a rocha", e dela brotaria uma fonte aberta inesgotável de águas doces, que passou a descer do Monte Horebe, formando um leito caudaloso sobre a terra árida com as águas saudáveis indo na direção da planície bem a frente do monte, aonde os israelitas estavam já acampados por um longo tempo, de quase um ano, então puderam beber daquele grande manancial de águas abundantes, que teria subido do rio Pison. (Deut. 9.21)
Em Israel na região da Galileia, estando bem próximo da orla marítima, encontra as nascentes dos ribeiros que são formados pelas águas doces vindas das "sete fontes", ou das "rodas d'águas", que são existentes naquele local servindo para abastecer o "mar de Tiberíades" ou " Mar da Galiléia".
Na "cidade velha de Davi" encontra-se a formação das águas mansas e perenes vindas da sua principal "fonte do Giom", percorrendo as suas águas até ao "Tanque de Siloé", o que é uma referência bíblica de grande importância histórica, como também esclarecedora da existência da corrente de águas subterrâneas do "braço do rio Gion", originário do "Jardim do Éden", vem brotando intermitente naquela caverna que há séculos abastece a cidade de Jerusalém.
O Senhor tem aberto aos nossos olhos espirituais pela fé sobrenatural na verdade incontestável das palavras proféticas, que declaram sobre a existência dessas águas que vem "rodeando" a terra na formação das nascentes dos poços, demonstrando a realidade da presença dos "dois braços de rios do Éden", estando como em ocultos nas camadas profundas dos subsolos de toda a terra de Israel.
Nestes últimos tempos, com a tecnologia mais avançado, vem sendo utilizado nos estudos geológicos, tendo o acompanhamento dos geólogos com os monitoramentos dos solos cedendo, vem se abrindo nas praias junto as orlas do mar Morto, com as inumeráveis fontes de águas em círculos profundos sendo formados próximos uns dos outros, se interligando com as águas saudáveis já produzindo alguma vegetação, vem formando um rio de águas doces indo em direção ao mar Morto.
Encontraremos por certo desta confirmação, a resposta na palavra profética de Ezequiel, para este caso tão misterioso, pré- anunciado pela fé sobrenatural de Deus, informando de onde são vindas essas águas que partem naturalmente do "Santuário do Jardim do Éden", e são as correntes abundantes de águas doces fluindo dos "dois braços de rios, o Pison e o Gion", estando encobertos nos subsolos vem subindo agora mansamente para a superfície da areia, vem brotando suas águas doces na forma de fontes abertas que "rodeiam" agora a orla salgada do Mar Morto.
São estas as "águas purificadoras" que vem brotando dos mananciais perenes que regavam desde o início da Criação o "Santuário do jardim do Éden." (Gênesis 2.10)
São "águas vivas" não contaminadas pelo sal da terra arenosa da praia do Mar Morto, vem preparando o solo para gerar a vida com o nascimento das árvores frutíferas, como também para a limpeza total da salinidade existente no "Mar Morto", pelo que assim virá receber na sua totalidade a "vida saudável" trazendo os cardumes dos variados tipos de peixes que no antigo mar Morto, viverão num futuro bem próximo.
Vemos abaixo como de um exemplo prático podendo ser aproveitado para nos esclarecer neste tipo da "visão gráfica" que serve do importante esclarecimento tem pela sua representação geológica do que é a existência de um tipo de rio subterrâneo:
http://www.inovacaotecnologica/
Numa imagem gráfica que apresenta um exemplo existente no subsolo ao contrário do que imaginamos sobre a corrente de rio passando nos subterrâneos do seu leito poroso e nem sempre por um enorme "tubo" escavado nas camadas profundas da terra, mas que estas correntes de águas permeiam através dos poros sedimentares nos subsolos argilosos.
Observamos que nas imagens fotográficas que vem mostrando o aparecimento das "Bolaines" do Mar Morto é o que podemos deduzir dentro de uma mesma linha do raciocínio há um mapeamento feito descrevendo sobre a existência de uma volumosa corrente de águas estando bem "debaixo do rio Amazonas" aqui no Brasil, o que pelo desenho geográfico a demonstrar no que também representaria das possibilidades de uma resposta geológica também plausível para existência subterrânea dos "dois braços de rios do Éden", no acontecimento bíblico nas terras de Israel.
As águas doces que estão a fluírem dos subsolos e prosseguem no seu caminho por onde o mar tem secado e ao que tudo indica por causa do "cheiro das águas" que vem vindo provenientes das correntes do "braço do rio Giom", que com as suas fontes sendo abertas estão a cobrirem por uma vasta área litorânea da região do Mar Morto, temos a resposta bíblica para quase toda aquela superfície arenosa salgada o fato de que se tornará no final dos tempos em um grande e caudaloso rio que entrando no mar antes salgado ao se misturar com o seu sabor da água doce que tomará conta acabando com toda a salinidade das águas mortas, e que não mais será chamado de "Mar Morto".
O MAR MORTO REVIVERÁ NUM ATO SOBERANO DO CRIADOR DE TODAS AS FONTES DE ÁGUAS DA TERRA.
Foto do início que tem acontecido nas praias do Mar Morto com as diversas formações das Bolaines ou rodas de águas doces que começou a brotar em 2.011.
A profecia de Ezequiel vem se cumprindo cabalmente sobre o que diante dos olhos desta geração incrédula quanto as palavras proféticas, estando pasmos de espantos pelos acontecimentos nas orlas da praia do Mar Morto, não terem uma explicação lógica convincente, a não ser das suposições levantadas pelos próprios geólogos sobre este intrigante caso da natureza, não se tendo como explicar de modo convincente sobre esta maravilha de Deus que vem agindo na própria natureza do evento profético, pelo que já foi antecipadamente anunciado pelo profeta Ezequiel e está fazendo por cumprir o seu propósito no tempo próprio da escatologia, ao que aparece para este século XXI em diante.
Deus o sabe.
Ali bem debaixo dos olhos de todo o Israel existe naturalmente os mananciais das águas doces que vem brotando das correntes submersas partindo do "Santuário de Deus no Éden" vem aflorando o "braço do rio Giom" para fazer cumprir a palavra profética de Ezequiel, ao ter anunciado de uma maneira tão espetacular, pela descrição das coordenadas geográficas que vem mostrando o seu "rodear" agora nas margens do Mar Morto, com as suas águas potáveis estando presentes nas regiões desérticas de Israel, como vem declaradamente especificado no livro da Gênesis da Criação da terra.
Assim entendemos que desta maneira pela fé sobrenatural de Deus e no seu poder realizador de todas as coisas, temos o fato comprobatório das informações bíblicas serem concretos em nos assegurar sobre a existência destes "dois braços de rios" que são provenientes desde o "Santuário do Éden" em Jerusalém.
Ao que nos parece de mais significativo entendimento encontramos na realização desta profecia a informar que o rio virá trazendo consigo a vida saudável com a germinação das sementes de toda a sorte de árvores que floresciam no "Jardim do Éden" que brotarão dando os seus frutos e de cujas as folhas servirá de remédio para cura das Nações, de que trará também os cardumes de toda as espécies de peixes. (Ezequiel 47.1-12.)
A profecia de Ezequiel certamente está começando a se cumprir visivelmente em nossa geração atual, pelo que não haverá mais o impedimento por qualquer que seja a ação feita pelo braço do homem que possa vir impedir tal feito divino.
Aguardamos para o cumprimento final estando firmados pela fé sobrenatural de Deus em continuarmos a observar pelas notícias dos acontecimentos na região do Mar Morto, sobre o que vem se cumprindo por toda terra de Israel, conforme assim está previsto nas profecias bíblicas do que antecederá a volta de Jesus Cristo novamente aqui nesta terra.
Deus seja louvado!
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